quinta-feira, 10 de novembro de 2011

HDL-colesterol: baixo é sempre ruim e elevado é sempre bom?









Sabe-se que as dislipidemias desempenham um importante papel na elevação do surgimento das doenças cardiovasculares porque participam da fisiopatologia do processo aterosclerótico. É sabido também que altas concentrações de lipoproteína de alta densidade (HDL) têm valor positivo de proteção contra as doenças cardiovasculares (DCV), sobretudo devido a sua participação no transporte reverso do colesterol (TRC). Alguns estudos têm demonstrado que um aumento nos níveis séricos de HDL-colesterol (HDL-col), da ordem de 1 mg/dL, produz redução de 2-3% na incidência de DCV. Também foi demonstrado que concentrações séricas elevadas de HDL-col podem impedir a progressão da placa aterosclerótica, promovendo, aliás, sua regressão. Estratégias farmacológicas e biológicas para modificação dos níveis de HDL-col surgiram como novas perspectivas na prevenção e tratamento da aterosclerose. Várias têm ação sobre a proteína de transferência de colesterol éster (CETP). A CETP faz parte do TRC e neste processo faz a intermediação entre as partículas ricas em triacilglicerol e a HDL, troca de triacilglicerol e colesterol esterificado, respectivamente. A partícula de HDL rica em triacilglicerois é mais sensível à ação da enzima lipase hepática (LH), o que favorece a remoção do colesterol esterificado pelos receptores hepáticos. Entretanto, os resultados foram decepcionantes visto que a utilização de um inibidor sintético da CETP, o Torcetrapib, aumentou em até 72% os níveis sérico da HDL-col e diminuiu a lipoproteína de baixa densidade (LDL-col) em 24,9% mas, apesar destas mudanças favoráveis em lipídeos, o uso do Torcetrapib levou ao aumento da pressão arterial e do risco de morbidade e mortalidade (por causa cardiovascular e não cardiovascular) e lém disso, não houve diminuição significativa na progressão da aterosclerose coronariana. Estudos demonstraram que em seres humanos, a deficiência genética de CETP acompanhada de altas concentrações de HDL-col está estatisticamente correlacionada a um menor risco de doença arterial coronariana (DAC), no entanto, indivíduos com deficiência de CETP, mas com níveis moderadamente altos de HDL apresentam maior risco de DCV. Durante os últimos anos, estudos com camundongos geneticamente modificados mostraram que a ação da CETP é claramente dependente do contexto metabólico. O papel protetor da CETP foi demonstrado em camundongos transgênicos expressando CETP em condições de hipertrigliceridemia, na super expressão da Apolipoproteína B combinada com deficiência da lipoproteína lipase e diabetes melito e em camundongos ovariectomizados. Contudo, outros autores observaram ações pró-aterogênicas em camundongos que expressam a CETP em concentrações supra-fisiológicas na hipercolesterolemia severa por ausência completa de receptores LDL ou da Apolipoproteína E e em ratos hipertensos. Há ainda situações onde a expressão da CETP é neutra para o desenvolvimento de aterosclerose. Estes estudos demonstraram que o metabolismo da HDL é muito mais complexo do que se supunha, mas que os conhecimentos adquiridos sobre a HDL-col e o seu papel anti-aterogênico é fundamental para a otimização das estratégias terapêuticas hoje utilizadas sobre risco de doença cardiovascular. Necessitamos de novos agentes com mecanismos de ação diferentes, que alterem o metabolismo do HDL-col, que promovam alterações mais sustentadas, adicionando benefício sobre os agentes já existentes, pois não há dúvida que baixas concentrações séricas de HDL-col predispoem a aterosclerose.
Autor: Edilma Maria de Albuquerque Vasconcelos
Referências:
1. Michele Carolino Martines. O papel do HDL-colesterol na prevenção da aterosclerose. Trabalho de Conclusão de Curso-Universidade de Sorocada-Uniso, 2008.
2. Camila Canteiro Leança, Marisa Passarelli1, Edna R. Nakandakare, Eder C. R. Quintão. HDL: o yin-yang da doença cardiovascular. Arq Bras Endocrinol Metab. 2010;54-9.
Imagem: http://www.wagnersilvadantas.com.br/2010/02/23/hdl-baixo-o-que-fazer/













sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Comer ou não comer, eis a questão.

Se já é consenso que em se tratando de lípides, o risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares está relacionado às concentrações séricas de colesterol, por outro lado ainda é controversa a ligação entre o consumo de ovos e este risco. Esta situação é decorrente do fato de que se pesquisas apontam que em média 100 g de ovos apresentam 400 mg de colesterol e que cada ovo possui 50 g, deixando claro que este alimento é uma fonte rica em colesterol, outro estudo nos alerta para o fato de que (1) os ovos são uma boa fonte de nutrientes e potentes antioxidantes e (2) tem sido comprovado que o maior consumo de colesterol por aumento da ingesta de ovos, em indivíduos hiperresponsivos, gerou aumento das concentrações séricas não somente da partícula de LDL-coleterol (lipoproteína de baixa densidade), mas também da HDL-colesterol (lipoproteína de alta densidade). A LDL apresenta 2 subtipos que são classificadas de acordo com o conteúdo lipídico, do diâmetro e da densidade, como LDL pequena e densa (padrão B), considerada mais formadora de placas de ateromas (aterogênica) e LDL de maior diâmetro, menos aterogênica (padrão A). O mesmo trabalho salienta que o consumo de ovos promove a formação de LDL grandes e subclasses de HDL, além de mudar os indivíduos do padrão B de LDL para o padrão A; que 75 % da população sofre um aumento leve ou nenhuma alteração nas concentrações de colesterol plasmático, quando submetidos a dietas com quantidades elevadas de colesterol (indivíduos responsivos normais e hiporresponsivos) e em experiências com diversas populações saudáveis ​​o aumento da ingestão de ovos não elevou o risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares, mas ao contrário, vários efeitos benéficos podem propiciar a inclusão deste alimento em sua dieta regular. Os estudos têm demonstrado que deve prevalecer o bom senso, ou seja, não existem alimentos que devam ser banidos de uma alimentação saudável em relação ao colesterol e sim fazer restrição, e que além disso, as recomendações dietéticas destinadas a restringir o consumo de ovos devem ser tomadas com cautela e não incluir todos os indivíduos.


Autora: Edilma Maria de Albuquerque Vasconcelos


Referências

1. Fernandez ML. Effects of eggs on plasma lipoproteins in healthy populations. Food Funct. 2010; 1(2): 156-60.

2. Scherr C; Ribeiro JP. Colesterol e gorduras em alimentos brasileiros: implicações para a prevenção da aterosclerose.Arq. Bras. Cardiol., 2009; 92 (3 ): 190-95.
Baynes JW; Dominiczak MH. Bioquímica Médica. 2° Ed, Rio de janeiro, Elsevier, 2007.

Imagem: http://manifestodaangel.blogspot.com/2011/01/o-ovo.html

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Amilina e incretina: novo tratamento de Diabetes melito tipo 1 ????

A prevalência mundial do diabetes melito (DM) tem aumentado em decorrência de diversos fatores, tais como, o crescimento populacional, a urbanização, o aumento da incidência da obesidade e do sedentarismo. Embora diversas pesquisas tenham sido realizadas com o objetivo de estudar a diabetes melito tipo 2 (DM2), comparativamente, pouca atenção tem sido dada a diabetes melito tipo 1 (DM1). Devido a DM1 ser uma doença auto-imune que leva à destruição das células pancreáticas produtoras de insulina (células beta), os portadores deste distúrbio metabólico necessitam de insulina para sobreviver. Vale salientar, que desde a descoberta da insulina por Banting e Best em 1921, ocorreram modificações tanto em sua produção quanto na administração. Aliado a esse fato, passaram a existir diversos tratamentos farmacológicos não insulínicos. Os agentes farmacológicos não insulínicos, de acordo com o mecanismo de ação, podem ser assim classificados: agentes sensibilizadores de insulina, moduladores da absorção de nutrientes no tratogastrointestinal, agentes imunoterápicos, terapias baseadas em incretinas e fator de crescimento semelhante à insulina humano recombinante (rhIGF-1 ). Atualmente, as drogas que atuam na modulação da absorção dos nutrientes no intestino, como amilina, têm sido utilizadas para equilibrar a glicemia. A amilina é um peptídeo com 37 aminoácidos, secretado durante o estado absortivo pelas células beta-pancreáticas, juntamente com a insulina. Pacientes com DM1 têm deficiência de amilina. Os efeitos deste peptídeo são: inibição do esvaziamento gástrico, da liberação do glucagon, da secreção de ácido gástrico e efeitos no sistema nervoso central de saciedade, o que leva à redução da ingestão alimentar e do peso. Estudo de revisão, realizado em 2010, sobre a eficácia e segurança do análago da amilina, demonstrou que quando comparado ao placebo, este fármaco foi um pouco mais eficaz na redução da glicação da hemoglobina e na redução de peso de pacientes com DM1, que faziam uso da terapia convencional com insulina, ou com DM2, que estavam com controle glicêmico inadequado e em tratamento farmacológico usual. Os análogos do pepetídeo semelhante ao glucagon-1 (GLP1-Glucagon-Like Pepetides-1) e inibidores da Depeptil peptidase 4 (DPP4-Peptidil difenil-4) são as mais novas classes de medicamentos para o tratamento da diabetes tipo 2. A alimentação provoca a secreção de múltiplos hormônios gastrointestinais e entre eles estão as incretinas. O GLP1 é considerado a principal incretina, atua nas ilhotas pancreáticas tanto nas células-beta (estimulando a síntese de insulina) quanto nas células-alfa (inibindo a secreção de glucagon). Essa ação é dependente da glicemia, o que evita a hipoglicemia. Além disso, inibe o esvaziamento gástrico por meio de ação local e hipotalâmica e diminuiu o apetite. Estudos com animais revelaram que o GLP-1 também é capaz de promover expansão da massa de células-beta, inibir a apoptose destas células e estimular a diferenciação de células germinativas do epitélio ductal por meio da neogênese das ilhotas. Em humanos, os estudos demonstraram que essas ações proliferativas e antiapoptóticas podem contribuir para um papel protetor ou mesmo regenerativo sobre as células-beta. Portanto, essa incretina pode representar uma nova abordagem terapêutica para os pacientes com DM1, com ênfase na proteção e preservação das células beta.

Autora: Edilma Maria de Albuquerque Vasconcelos
Referências:

Garg V. Noninsulin pharmacological management of type 1 diabetes. J Endocrinol Metab. 2011 July; 15(Suppl1): S5–S11.
Lee NJ, Norris SL, Thakurta S. Efficacy and harms of the hypoglycemic agent pramlintide in diabetes mellitus. Ann Fam Med. 2010; 8:542–9.
Gabbay MAL. Adjuvantes no Tratamento da Hiperglicemia do Diabetes Melito Tipo 1 Arq Bras Endrocrinol Metab 2008; 52(2):279-287.
Imagem:
http://professorrobsoncosta.blogspot.com/2009/04/livro-online-diabetes-na-pratica.html

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Medicina Complementar, uma realidade do cotidiano

A OMS define medicina tradicional como práticas, enfoques, conhecimentos e princípios sanitários diversos que incorporam medicinas baseadas em plantas, animais e/ ou minerais, terapias espirituais, técnicas manuais e exercícios aplicados de forma individual ou em combinação para manter o bem estar, além de tratar, diagnosticar e prevenir as enfermidades, tendo como vertentes as Medicinas Complementares/Alternativas, Medicina Tradicional Chinesa, Medicina Ayurvédica, entre outras. Ao contrário da Medicina Convencional/Científica, a medicina complementar é uma prática que leva as pessoas a participarem e responsabilizarem-se com a sua saúde.

A doutrina que lhes dá suporte, concebe o ser humano como integral, respeitando a relação de interdependência complexa existente entre o corpo, a mente e o espírito. Prioriza o bem estar de uma forma ampla, utilizando técnicas integrativas e sistêmicas de forma multidimensional, valorizando o estilo de vida, a dieta, os exercícios, o repouso, o lazer, o prazer, o ambiente que o cerca e o equilíbrio emocional e espiritual na obtenção da saúde.

A prática da Medicina Complementar possui um enraizamento cultural advindo em grande parte dos povos indígenas, da Medicina Chinesa e Ayurvédica que possuem cerca de 5.000 anos de história. Durante séculos os tratamentos terapêuticos eram derivados das crenças de cada cultura e muitas vezes de explicações mágicas, que foram transformando-se no decorrer dos anos até chegar nas técnicas utilizadas atualmente.

O fato é que a procura pelas técnicas da Medicina Complementar é cada vez maior, sendo aplicadas de forma multidisciplinar através do uso da fitoterapia, as dietas especiais, a técnicas da medicina chinesa, a homeopatia, as massagens, entre outras. Consolidando essa tendência foi implantado em 2006 a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) no Sistema Único de Saúde (SUS) em São Paulo. Dentre as terapias aprovadas para serem utilizadas no SUS estão: acupuntura, homeopatia, fitoterapia e termalismo social/crenoterapia.

Desta forma tornou-se acessível o uso dessas terapias a todas as classes sociais, disponibilizando aos seus usuários recursos naturais que propiciam o equilíbrio necessário para se manter a saúde. O importante como tudo na vida é usar de bom senso, não desprezando o avanço que obtivemos com o desenvolvimento da Medicina Convencional/Científica, mas também aliando os benefícios que as técnicas da Medicina Complementar oferecem.


Autora: Marcia Araujo Rebelo

Revisão: Lia de Albuquerque Vasconcelos

Referências: Saúde Soc. São Paulo, v.19, n.3, p.497-508, 2010 . Medicina Complementar no SUS: práticas integrativas sob a luz da Antropologia médica

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/pnpic.pdf

OMS, Organizción Mundial de la Salud Ginebra. Estrategia de la OMS sobre medicina tradicional 2002-2005.

Imagem: http://www.reportajes.org/2010/04/20/que-es-la-medicina-alternativa/

"EROs", o deus do estresse oxidativo


Estudo publicado no ano de 2009 avaliou a importância do papel que as Espécies Reativas de Oxigênio (EROs), geradas por monócitos circulantes, desempenham na gênese do processo inflamatório das lesões ateroscleróticas, em indivíduos hiperlipidêmicos sem tratamento farmacológico. Analisando hipercolesterolêmicos primários e hiperlipidêmicos combinados, comparativamente ao grupo controle (indivíduos normolipidêmicos), percebeu-se que ambos os hiperlipidêmicos apresentavam altos níveis de geração de EROs por monócitos circulantes e elevados níveis plasmáticos de LDL oxidado. Os hiperlipidêmicos combinados apresentavam baixos níveis de LDL colesterol e insulina, além disso, uma correlação positiva significante entre a geração EROs por monócitos e concentrações de LDL oxidado foi encontrada, quando os dados do grupo controle e dos hiperlipidêmicos foram agrupados. Este estudo conclui que, possivelmente, a geração de EROs por monócitos em indivíduos hiperlipidêmicos leve ao estresse oxidativo, favorecendo a aterogênese.

Autora: Lia de Albuquerque Vasconcelos

Revisão: Edilma Maria de Albuquerque Vasconcelos

Referência: Clinical Biochemistry, volume 42: 1222-27, 2009. Reactive oxygen species generation in peripheral blood monocytes and oxidized LDL are increased in hyperlipidemic patients

Imagem: http://saude-joni.blogspot.com/2009/12/colesterol.html

sábado, 13 de agosto de 2011

Nutrigenômica. Afinal, o que é isso?




A ciência já começa a usar dados do mapeamento genético humano para criar cardápios personalizados. Este conhecimento pode se tornar um recurso para prevenir e tratar doenças identificadas nos genes de cada indivíduo.

A Nutrigenômica considera os estudos de interação funcional e dos componentes dos alimentos com o genoma, a nível molecular, celular e sistêmico, e tem por finalidade auxiliar a prevenção e o tratamento de doenças, por meio da alimentação. "Essa ciência sugere que todas as soluções para se viver mais e melhor está em um cardápio alimentar capaz de interferir na atuação dos genes de cada pessoa. Como o genoma de cada indivíduo é único, cada pessoa terá uma dieta personalizada", indica Dra, Lucia Regina Ribeiro.

Na prática, os alimentos passariam a ser receitados, literalmente, como remédios. "Porém, para que isso se torne realidade, é preciso, antes, que se entenda melhor de que forma os compostos bioativos dos alimentos interagem com nosso genoma."

O trabalho da Nutrigênomica, então, é o de identificar os genes que, se ativados, poderão desencadear os processos que levam ao desenvolvimento dos mais diversos males. Feito isso, será possível evitar ou anular esses mecanismos pelo simples ato de comer o alimento cuja propriedade atue diretamente no gene controlador.

"Há 50 anos, não eram os testes genéticos que mostravam isso. Mas, hoje, a doença e a prescrição dietética se encaixam perfeitamente na Nutrigenômica", destaca Dra. Lucia. De acordo com ela, cerca de mil genes humanos ligados a doenças já foram identificados, assim como os nutrientes que têm ação sobre eles. Para isso, é preciso decifrar o código genético de cada indivíduo. Ele contém todas as informações necessárias para a manutenção do corpo humano.

Munidos desses dados, os pesquisadores poderão prescrever uma dieta exclusiva para que um indivíduo não desenvolva câncer, diabetes, doenças cardiovasculares, entre outras "A boa notícia é que o caminho para chegar ao cardápio perfeito está bem próximo. Isso será uma realidade em alguns anos, graças aos avanços desta ciência", prevê Drª Lucia.

Autora: Valquíria Miwa hanai Yoshida

Referência: Palestra”Nutrigenômica” ministrada pela Drª Lúcia Regina Ribeiro da European Nutrigenomic Organization(NUGO), coordenadora da Rede Brasileira de Nutrigenômica e professora do Programa de Pós-Graduação em Patologia da Faculdade de Medicina da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Botucatu, SP em 28/07/2011.

Imagem: http://www.senado.gov.br

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Valentes, não indestrutíveis...


Pesquisas recentes reafirmam dados preocupantes: mais pessoas morrem anualmente de doenças cardiovasculares (DCV) do que de qualquer outra causa.

As DCV são número um na lista de causas de morte, em 2004 representou 29% delas, matando mais de 16 milhões de pessoas. Dentre essas doenças, as duas mais freqüentes são infarto agudo do miocárdio e a doença arterial coronariana.

Os números esperados para 2030 alertam tanto quanto os atuais. A tendência é que a quantidade de vítimas das DCV suba para aproximadamente 23 milhões e atinja, em larga escala, as áreas do oeste Mediterrâneo e o sudoeste da Ásia, principalmente em cidades menores, 82% das mortes causadas por esse mal ocorrem lá, afetando igualmente a homens e mulheres.e dentre essas doenças as duas mais frequentes

Autora: Lia de Albuquerque Vasconcelos

Revisão: Edilma Maria de Albuquerque Vasconcelos

Referências:

WHO: http://www.who.int/mediacentre/factsheets
imagem: www.lookfordiagnosis.com